Uma Verdade

Em tudo há muitas verdades. Mas esta é uma verdade sobre celebridades na qual eu acredito. Ou melhor, com a qual eu concordo.

Ricky Gervais partilha a sua opinião neste vídeo.



Também dá uma boa opinião sobre a recessão e atitude das pessoas para com essa situação.

Enjoy!

A Percepção do Youtube

Muito bem, hoje trago-vos uma coisa engraçada que provavelmente toda a gente já conhece. Mas bem, cá vai de qualquer das maneiras.

Ray William Johnson é um dos mais populares "youtubers" da actualidade e faz estes sketchs onde fala dos "viral videos" da actualidade. É bastante engraçado.

Contudo, o que eu quero que vejam é o seguinte. No início do vídeo carreguem no botão CC do youtube e escolham transcrever audio. E desfrutem. Eu cá por mim fartei-me de rir com a transcrição do youtube e eu sei que bem, é melhor que nada, principalmente para pessoas surdas, mas a verdade é que há certas coisas que são simplesmente demasiado estupidas.

Já agora, o video também é engraçado, contudo consultem o canal dele que se chama raywilliamjohnson e vejam os outros videos que ele tem. Muito bons.

O Escravo Radical

Ora bem, para limpar aqui um bocado o ar vou falar de uma banda que não deve ser muito conhecida por aqui. Radical Slave.

A banda é orquestrada por esse grande músico que nós por aqui apreciamos muito chamado Mauro Pawlowski. Conta com Dirk Swartenbroekx na guitarra e nos efeitos esquisitos e Remo Perroti na bateria.

A música é um pouco aquilo que se classifica como noise rock, mas a banda credita~se de ser uma banda no wave que também acenta bem.

O estilo basicamente passa por uma sobredosagem de som em quase todas as músicas por forma a que elas parecem terrivelmente sinistras por vezes e fantasticamente extasiantes.



Este primeiro vídeo é do primeiro single extraido do album Damascus, editado em 2010. Before we got rich é um vídeo que já apareceu aqui no blog noutro post. Uma música de rock desvairado e que é a música mais facil de ouvir do disco. O vídeo em si, apesar da concepção não ser nada de arrasadoramente bestial, está bastante bem filmado.


Devil in a Box é o segundo single e já vai mais dentro daquilo que é o resto do album, embora sobreviva à base de uma guitarra poderosa durante quase toda a música. O vídeo é estranho, mas de certa forma viciante. Reflectindo, aliás, a atmosfera do disco. Estranho mas viciante.


Finalmente a música que dá nome ao album foi gravada ao vivo e felizmente há um vídeo desse concerto e dessa música. É para mim a melhor música do disco e é ainda melhor saber que foi gravada ao vivo e de improviso, facto que é possível constatar com alguma descoordenação momentânea em certas partes da música.

A atmosfera do disco é um pouco negra e por vezes desesperada, como em Make you like you make me e outras vezes completamente extasiante como em Proto Man.

Tanto quanto sei este disco só se encontra para venda através de download. Para quem gostar deste tipo de noise rock, aconselho. Poderá não ser a obra prima do género mas é bastante bom.

Aquela coisa

Hello everyone.

Aqui estou eu para falar da música mais espectacular que se pode ouvir num concerto. É aquela coisa que eu não sei bem explicar, mas esta música tem algo que definitivamente me eleva a novas galáxias de emoção. Na verdade são três músicas. Uma mais que a outra e a outra mais que a terceira. Mas todas elas me tocam bem fundo em sentimentos diferentes.

Escusado será dizer que as três músicas são dessa banda que eu nunca falei aqui antes. Os dEUS. Ora nem mais. Há muita gente que gosta deles, mas daí, apenas um décimo deles deve entender em toda a sua plenitude o que significa gostar dos dEUS e o que é que significa gostar das músicas dos dEUS.

A música que mais excita, apenas pela adrenalina do carrossel de som e esquizofrenia que contem, é a Suds & Soda. É algo naquele violino electro-maníaco-repetitivo, junto com a guitarra marcada à qual juntamos o Tom Barman a cantar quase que num hip hop subvertido num rock, junto daquela voz insistente e poderosa que grita "FRIDAY". É algo nisso tudo que caminha a olhos vistos para uma apoteose que apesar de saber que vai chegar me surpreende sempre de tão intensa que é. Seja Super Sharp ou Sabotage naquela pausa final a música ganha uma força de explosão e êxtase contido que mais nenhuma consegue ter.






Eu estive lá!



A segunda música no meu top é uma música com a qual me identifico bastante até porque foi a banda sonora do período mais feliz da minha vida :)

Começa com uma inocência semelhante àquela que sentimos quando partimos à descoberta. É um fio que puxamos com uma mão de cada vez e que traz sempre qualquer coisa nova, qualquer detalhe novo e delicioso. Na música são as guitarras, o violino ou o piano, a voz e a outra voz que aparece no refrão. É a segunda parte onde nos recriamos num jardim repleto de dentes de leão e felicidade oculta nos sentimentos que não queremos bem mostrar ainda. E volta o refrão agora cantado a dois e que acaba no início do maior splash musical de sempre. Um solo de cinco notas apenas. com uma guitarra, normalmente empunhada por um senhor que deve ser um dos melhores escritores de música de sempre e que sente esta música bem a sério quando está em palco. E ver o violino a subir. A bateria a aumentar a densidade como o pulsar de um coração que caminha para um grande momento de emoção. E a outra guitarra cada vez mais depressa e a música cada vez mais intensa, apesar de parecer impossível aumentar, ela aumenta e na minha cabeça tudo o que aparece são momentos e fotografias que nunca poderei emoldurar mas que estão bem à vista na minha cabeça e no meu coração e que significam mais que tudo para mim e com isto tudo, quando a música acaba naquele fim que se perpetua eu tenho lágrimas nos olhos. Só nesta música.







Nesta versão tal como na seguinte não estive, mas já as vi ambas três vezes. O que é fucking amazing!

Finalmente a outra música desperta em mim algo de mais selvagem. Desperta um bocado a revolta. A sample é repetitiva, mas confiem em mim. Se ouvirem aquilo ao vivo sentem a roupa a tremer com a força daquele som. Um som que não nos deixa olhar para o lado. Chama-nos. A música evolui com uma coisa de cada vez, com uma letra sobre alguém que quer impôr algo com boas maneiras. He said No More Loud Music. E quando a música nos começa a conquistar pelo seu groove e pelo seu jingar (não em ocorre palavra melhor) "I told you once I told you twice" e bum! A música rebenta a intervalos de poucos segundos. Sendo que em cada explosão há sempre algo de novo e mais forte. Ao fim de algumas explosões a banda contenta-se com por tudo no mesmo ritmo, acompanhado de loops maníacos e sinistros, enquanto alguém pergunta "You got something to say? C'mon tell me right now!" sim, eu penso nisso muitas vezes, apetece-me muita vezes perguntar a muita gente se têm problemas e às vezes faço-o e digo o mesmo, forço e tenho vontade de forçar as pessoas a terem coragem para mo dizerem na cara. E depois STOP! e alguém começa a gritar acompanhado por uma guitarra que em breve é toda uma banda num ritmo maníaco e assustador que parece um sonho mas é na verdade um puro momento de adrenalina em que nos excedemos até que a música por breves segundos volta ao ritmo compassado e poderoso em que estava antes, apenas para voltar à adrenalina com a ainda mais força. Como alguém que reforça um argumento e que não esquece o que acabou de dizer e que quer dizer. A música volta ao ritmo anterior apenas para voltar a uma versão reduzida dos gritos que a mim me soa a apenas a "Eu não esqueço! E estás avisado".

Uma afirmação

Já aqui falei antes dos Monty Python. Contudo, sempre que penso no primeiro episódio do Monty Python Flying Circus, deparo-me com o pensamento de que, o primeiro episódio é uma verdadeira afirmação, do género "Aqui estamos nós!". O primeiro episódio é o resumo ideal do tipo de humor que os Monty Python desejavam fazer. Ainda antes do "And Now For Something Completely Different" já eles estavam a fazer e a mostrar algo de completamente diferente.

O programa começa com a invulgar entrada de um náufrago para dizer apenas "It's" seguido do genérico em que é anunciado o nome do programa. O primeiro sketch, é aquele incomum programa de mortes famosas, apresentado por um incomum apresentador. Wolfgang Amadeus Mozart. É verdade, mortes avaliadas pela sua espectacularidade com pontuação. Contudo antes do primeiro sketchs aparece um senhor a sentar numa cadeira e o som de um porco, seguido de um risco sobre um porco desenhado num quadro. ????????????????????????

É isto que eu acho fabuloso nos Monty Python. Porquê? Um porco? O que é certo é que a piada torna-se recorrente no programa introduzindo mais tarde o sketch do professor de italiano a ensinar italiano a italianos. Cartoons altamente "Old Fashion" de Terry Gilliam, entrevistas a realizadores que não gostam de ser tratados por diminutivos. Um compositor conhecido por dois barracões. Um viking que está no programa só para dizer "Jackson". Picasso a pintar numa bicicleta em competição com os mais variados artistas plásticos. Mais cartoons e dois generais a organizar as suas tropas num mapa, onde as tropas estavam sinalizadas com porcos (?). Entrando no último sketch sobre a piada mais engraçada do mundo, que era também mortal, transformando a guerra numa piada, bastante nonsense por sinal.

Deixo aqui dois vídeos com o primeiro episódio da série, para poderem apreciar e ler (ver) a afirmação dos Monty Python.

São apenas os maiores comediantes de todos os tempos.

Parte 1


Parte 2

dEUS é...

Ideal Crash.






A recordação de tardes de verão quentes, cá dentro. A recordação de uma energia constante, de uma vontade de dançar, de conhecer, vontade de ir ao ar e permanecer, permanecer onde ainda permaneço. Vontade de me evadir nesta música, de absorver cada notazinha, cada tempo, cada verso dentro de mim e não largar! Ouvi esta música TODOS os dias, a música e o disco, mas esta música foi das primeiras a encantar-me, com toda a sua inocência, com toda a sua verdade e diversão, a emoção que uma música a sério pode transmitir, e hoje traz-me a alegria de (não só continuar a ouvi-la e a apreciar cada bocadinho) me ter apaixonado ao som desta música, desta banda, e deste disco em particular, que me fez companhia sem igual, e que hoje marca, e me traz todos os sons, os cheiros, as sensações e a alegria que me é tão especial.

Tenho muita sorte. A banda sonora do início da relação que me irá durar para a vida não tem igual. E vai sempre ser para mim algo de inexplicável e de muito mágico, da simplicidade das coisas pequenas.
dEUS é a música que ilustra as horas que passo, dEUS é tudo aquilo que eu penso e sinto cantado, dEUS é as minhas convicções em versos, dEUS é a minha alegria em lembranças e é a melhor música para andar na rua, por comboios e por parques dez centímetros acima do chão, em dias de verão e com a segurança da sua mão! (e para todos os outros dias)

Stay by my side, it's sexy
The way that we talk about stuff
The way that we laugh with love
The way that we're falling off

Stay by my side. I want you
Continue the theme that's us
Even though it's only lust
The painkiller side of this life.

cRASH, you're life been sucking cause you wanna mess around
Can anybody down you with a cRASH
Another way of saying that you like to make it up as you move along. If it's a lot,
Show 'em what you got!
cRASH you're gonna go to hell with a certain inclination
Try and make it sell and then you cRASH,
You're gonna have to take yourself out of circulation into something else
If it's a lot, show them what you got
Right now I need my hands, to cover this shit up
I need my eyes to see where I'm going, and I need someone...

My Ideal Crash *my ideal love*